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Homem é investigado após envenenar cadela para fazê-la “parar de latir” em São Paulo

  • há 7 horas
  • 2 min de leitura

Suspeito teria jogado veneno conhecido como “chumbinho” contra o animal; apesar do envenenamento, cadela foi socorrida, se recuperou e passa bem


Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Um homem está sendo investigado por envenenar uma cadela da raça pastor-alemão com a intenção de fazer o animal “parar de latir”. O caso ocorreu na região da Casa Verde, na Zona Norte da cidade de São Paulo.


A investigação ocorre por meio de um inquérito policial instaurado pelo 13º Distrito Policial (Casa Verde). Após analisar imagens de câmeras de segurança da rua, os investigadores identificaram o suspeito como Júlio Cezar Almeida Ramos, de 52 anos.


De acordo com as gravações, o episódio teria acontecido no dia 14 de dezembro de 2025, por volta das 20h. Nas imagens, o homem — identificado como Júlio Cezar Almeida Ramos — sai de sua residência e caminha até a frente do portão onde a cadela, chamada Safira, estava. Ele segue alguns metros adiante e, em seguida, retorna para lançar o veneno, conhecido popularmente como “chumbinho”. Os vídeos também mostram o momento em que Safira acaba ingerindo a substância.


Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o suspeito já foi ouvido pelas autoridades. “A equipe da unidade identificou e colheu o depoimento do suspeito. Demais diligências seguem em andamento para a devida responsabilização do investigado pelo crime de maus-tratos a animais”, informou.


Paulo Henrique Silva Santos, advogado de Letícia, tutora da cadela, afirmou que durante o depoimento Júlio admitiu ter jogado o “chumbinho”. Segundo o relato do defensor, o vizinho declarou que não teve a intenção de matar o animal, mas apenas de fazer a cadela “parar de latir”.


A tutora percebeu que Safira estava passando mal cerca de 40 minutos após o ocorrido. O animal precisou ser internado, recebeu tratamento veterinário e conseguiu se recuperar, passando bem atualmente.


Santos também informou que a defesa da tutora está “preparando uma ação indenizatória em nome da Letícia”, com o objetivo de buscar reparação financeira pelos danos causados pelo investigado.


De acordo com o advogado, o inquérito policial deve ser encaminhado ao Ministério Público na próxima semana, momento em que o caso poderá ter novos desdobramentos.

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