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Gata levada para eutanásia é encontrada viva mais de um ano depois

há 2 dias
2 min de leitura

Animal de 19 anos foi deixado em hospital veterinário nos EUA em 2025, mas funcionário teria mantido a gata viva secretamente sem conhecimento da família


Gato de pelo longo e olhos azuis sentado em ambiente claro, com abajur ao fundo e expressão calma.
Foto: Reprodução/ Tyler Jagt

Uma família de Senoia, no estado da Georgia, nos Estados Unidos, descobriu que sua gata Annie, de 19 anos, ainda estava viva mais de um ano depois de ter sido levada a um hospital veterinário para passar por eutanásia.


Annie sofria com problemas de saúde relacionados à artrite e pertencia a Brian Jagt. Após descobrir que um funcionário do Hospital Veterinário de Senoia não havia realizado o procedimento e mantido a gata viva, Brian registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia de Senoia.


Segundo o veículo local WSB-TV, a família levou Annie ao hospital para a gata levada para eutanásia em fevereiro de 2025. Depois que Brian registrou o boletim de ocorrência, o hospital reembolsou a família Jagt. Annie, por sua vez, foi submetida à eutanásia em 13 de agosto, segundo as informações divulgadas.


Família decidiu pela eutanásia após piora na saúde

Brian e seus familiares chegaram à conclusão de que a eutanásia seria necessária para Annie depois de observarem "um declínio acentuado na saúde", que incluía dificuldades provocadas pelas dores de artrite e falta de apetite.


Meses depois, Tyler, filho de Brian, descobriu por meio de um amigo que trabalhava no hospital que Annie havia sido mantida viva secretamente, apesar da decisão tomada pela família.


“Pelo que sei, Annie tem estado lá frequentemente desde fevereiro de 2025. Minha família está muito preocupada com o fato de o veterinário estar mantendo-a viva além do razoável, em detrimento da saúde da gata”, disse Jagt no relatório obtido pela WSB-TV.

Annie fazia parte da família desde 2006, mas vinha apresentando uma série de problemas de saúde. A gata urinava sangue, tinha dificuldade para pular e miava na direção da parede durante a noite. Além disso, passou a se perder pela casa, comportamentos apontados como sinais de demência em gatos.


“A parte mais difícil de tudo isso, a coisa que não consigo superar, é que ela acha que a abandonamos um dia na clínica”, disse Brian ao Newnan Times-Herald: “É isso que me tira o sono. Ela achou que simplesmente a tínhamos abandonado”.

De acordo com uma porta-voz do Senoia Animal Hospital, o funcionário responsável por manter Annie viva foi demitido.


Em entrevista ao The Citizen, um veterinário teria declarado que não seria necessário que Annie fosse submetida à eutanásia. Essa informação, porém, não teria sido comunicada à família.


“Reconhecemos, no entanto, que não conseguimos honrar a confiança que a família depositou em nós e fizemos todos os esforços para corrigir a situação com a família”.

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